sábado, 4 de julho de 2015

Stay Weird

A vida é realmente a coisa mais engraçada e enigmática que eu possa pensar nessas quase duas décadas de existência. Nós, seres humanos, temos cada vontade, desejo, ambição, que ao meu entendimento sai do entendimento comum (se é que deu para me entender). Bem, nesse momento, difícil alguma coisa fazer sentido. Mas o que eu queria mesmo dizer é sobre as vontades que tenho e simplesmente jogo para o meu inconsciente, não que eu não lembre delas, mas é que eu percebo que agora elas não devem influenciar muita na minha vida. O que eu queria mesmo, mas muito mesmo é ser capaz de fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Será que é pedir muito? Queria muita fazer duas faculdades ao mesmo tempo, sair á noite com meus amigos e ainda ter tempo de ficar em casa assistindo muitos filmes e séries, enquanto como pipoca e ao mesmo tempo não engordo nenhuma grama sequer. Reler meu livro favorito e ainda ler aquele livro que estava louca para lê-lo. Será que o que estou fazendo agora é o que eu realmente quero fazer ou é estou feliz e é só pra passar o tempo? 
Que puta besteira ein? Ou será que não? Está vendo? A minha esquisitice plus minhas dúvidas transformam tudo tão mais difícil. Uma terapia seria ótimo, mas as minhas dúvidas estão tão grandes que eu não consigo nem decidir se a terapia é realmente ótimo! 
O carinha é legal, eu conversei com ele uma vez pelo whatsapp, combinei de encontra-lo, dei o cano e adivinhem, senhoras e senhores, eu vou á uma feira de estágios e encontro com a pessoa lá. Ele olhou, tentou chegar perto, mas não falou sequer uma palavra. E vocês acham que eu falaria alguma coisa? Claro que não. Só se antes fosse me dada uma dose de tequila mais uma garrafa de skol beats. Mas, esperem, onde eu estava mesmo? É então, numa feira de estágios, eu não pedia beber e então fala com o carinha. Bom pra mim, bom para ele, ou talvez péssimo para os dois. Vai que ele fosse meu futuro namorado e mais para frente meu futuro marido? E eu nem tentei um contato. O que importa? Já foi. 
A confusão da minha mente, dos meus atos e principalmente das minhas vontades se misturam tanto que chego ao ponto de não conseguir mais dar coerencia ao texto. Mas vai lá a pergunta novamente: mas o que importa? A minha professora de português não vai ler o texto e isso aqui não é a redação do enem,
Essa página em branco faz lotar ainda mais minha mente, porque a cada vez que escrevo mais quero escrever e mais confusa fico. Nasci confusa morrerei confusa. Será que resolve um dia? 
Lembrei dessa música e ela é tão eu. Quanto mais escuto mais ela parece comigo. Ou será que mais eu pareço ela? Tanto faz, o que importa? 

Nenhum comentário:

Postar um comentário